Câncer de mama: veja sinais além do nódulo e quando procurar avaliação
Reprodução/Folha do Litoral (Paranaguá)
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Câncer de mama: veja sinais além do nódulo e quando procurar avaliação

Retração na pele, mudança recente no mamilo, secreção espontânea e dor persistente estão entre as alterações que devem ser avaliadas. A orientação é não esperar o próximo exame de rotina diante de um sinal suspeito.

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Por Redação Clique Paraná · 30 de setembro de 2026 às 20:04
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Quem perceber uma mudança nova, persistente ou diferente do padrão habitual das mamas deve procurar avaliação com um mastologista. O nódulo é o sinal mais conhecido, mas não é a única alteração associada ao câncer de mama.

Também merecem atenção covinhas, retrações, espessamento, aspecto de casca de laranja ou aumento recente de uma das mamas. Mudança recente no mamilo, como retração, além de feridas, crostas ou descamação persistente, especialmente em um lado, precisam ser investigadas.

A saída espontânea de líquido, principalmente por um único mamilo e com sangue ou aspecto transparente, exige avaliação. Vermelhidão, calor e inchaço que persistem após tratamento ou voltam a ocorrer também devem ser reavaliados, sobretudo fora do período de amamentação.

Dor nova, persistente e localizada deve ser avaliada, embora muitas dores mamárias tenham causas benignas. A ausência de dor não descarta a possibilidade de câncer. O toque, sozinho, também não define se um nódulo é cancerígeno.

Mesmo sem sintomas, a mamografia pode identificar alterações antes que sejam percebidas ao toque. Para mulheres sem sintomas e com risco habitual, a Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda o exame anual dos 40 aos 74 anos. No SUS, o rastreamento de rotina é recomendado a cada dois anos dos 50 aos 74 anos; outras faixas etárias podem realizar o exame após orientação sobre benefícios e riscos.

Em caso de alteração suspeita, a avaliação deve ser procurada em qualquer idade, mesmo quando a última mamografia foi normal. A investigação pode incluir mamografia, ultrassonografia ou outros exames, e a confirmação de uma lesão suspeita depende de biópsia. No Paraná, são estimados 4.300 novos diagnósticos em 2026, segundo os dados citados do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Fonte: Folha do Litoral (Paranaguá)

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