

Corpo de curitibana morta na Espanha segue sem liberação após cinco meses
Gisele Fernanda Theodoro Meira, de 32 anos, foi encontrada morta em Oliva, na Espanha, em 30 de março. A família está no país para acompanhar a investigação e cobrar a liberação do corpo para traslado ao Brasil.
O corpo de Gisele permanece criogenizado e à disposição da perícia, cinco meses após a curitibana ser encontrada morta em um apartamento na cidade de Oliva. Ainda faltam exames, incluindo análises cerebrais, para a conclusão dos trabalhos pelas autoridades espanholas.
A família viajou à Europa acompanhada da advogada. Os parentes foram ao tribunal responsável pelo caso para pedir esclarecimentos ao juiz sobre os procedimentos da investigação, os exames do Instituto de Medicina Legal (IML) e a previsão de liberação e traslado do corpo.
A mãe de Gisele esteve em Valência e reconheceu roupas, malas e outros pertences da filha. “Eu reconheço cada peça. Eu vi ela vestida com essas roupas. Meu Deus do céu, que tristeza”, disse.
Gisele foi encontrada sem vida no quarto do apartamento onde morava com o namorado e outros dois homens. Um documento preliminar apontou asfixia mecânica como causa da morte, mas os exames ainda tentam esclarecer se houve enforcamento ou esganadura. O resultado do exame toxicológico também é aguardado.
A defesa da família questiona a possibilidade de a cena ter sido montada para simular um suicídio, hipótese que não foi confirmada oficialmente. Dois moradores do imóvel continuam no radar da investigação. Até o momento, ninguém foi preso. A família também pretende visitar locais ligados ao caso e realizar uma vigília em uma praça da região no sábado (5), pedindo justiça.
Fonte: Banda B
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