Curitiba ganha novos mercados enquanto negócios tradicionais encerram atividades
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Cidades

Curitiba ganha novos mercados enquanto negócios tradicionais encerram atividades

Novas unidades do Festval, Superdia Atacado e Condor ampliam a oferta em bairros de Curitiba. Ao mesmo tempo, lojas, bares, padarias e restaurantes conhecidos fecharam as portas ou mudaram o modelo de atendimento.

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Por Redação Clique Paraná · 6 de agosto de 2026 às 15:05
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Moradores do Pilarzinho, Abranches e da Cidade Industrial de Curitiba terão novas opções de compras. O Festval está construindo uma unidade na Rua Amauri Lange Silvério, no Pilarzinho, com previsão de inauguração no segundo semestre de 2026. Já o Superdia Atacado será instalado na Rua Mateus Leme, ao lado da Sociedade Abranches, com atendimento previsto para bairros da região e consumidores da Região Metropolitana.

Na CIC, o Condor inaugurou o hipermercado Condor JK, na Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira. O Grupo Beal também reinaugurou, em junho, a unidade do Festval na Avenida Anita Garibaldi, no Cabral. Segundo levantamento da Secretaria de Planejamento, Finanças e Orçamento divulgado em novembro de 2025, Curitiba teve 79.677 novos negócios formalizados naquele ano, com destaque para CIC, Centro, Sítio Cercado e Cajuru.

Em sentido oposto, estabelecimentos tradicionais encerraram as atividades. A Loja Coelho fechou após 68 anos no Centro, na Rua Senador Alencar Guimarães. No bairro São Francisco, o Villa Bambu encerrou as atividades depois de mais de uma década. O Carrefour Champagnat também deixou de funcionar em Curitiba.

A lista inclui ainda a Barbarella Bakery, no Batel; o restaurante Shinobis, na Rua Dr. Faivre; a Casa Pagu, na Rua Benjamin Constant; e o Bar do Pedro Lauro, conhecido como PL. A Landerna, restaurante italiano do Água Verde fundado em 1970, encerrou uma trajetória de mais de 55 anos.

A Bruno Bolos deixou o atendimento presencial em maio, mas passou a operar com encomendas e delivery. Também fecharam a Casa Pagu, em março, e outros negócios gastronômicos citados na reportagem. Para empresas que encerram as atividades, a orientação apresentada é formalizar a baixa do CNPJ, quitar tributos e regularizar pendências com funcionários e sócios, evitando que dívidas continuem vinculadas aos responsáveis.

Fonte: Bem Paraná

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