Litoral do Paraná confirma 14 casos de leptospirose e três mortes
Reprodução/JB Litoral (Paranaguá)
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Litoral do Paraná confirma 14 casos de leptospirose e três mortes

Entre janeiro e agosto de 2026, sete cidades da região registraram 14 casos da doença, segundo a Sesa. Paranaguá concentra 11 confirmações; moradores com sintomas devem procurar uma UBS.

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Por Redação Clique Paraná · 22 de setembro de 2026 às 17:06
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Moradores do Litoral do Paraná que tiveram contato com água de alagamento ou lama devem observar sinais como febre alta, vômito, diarreia e dores musculares e articulares, principalmente na panturrilha. Em caso de suspeita, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. Casos intensos podem exigir atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Entre janeiro e agosto de 2026, foram confirmados 14 casos de leptospirose nas sete cidades da 1ª Regional de Saúde. Paranaguá concentra 11 registros, seguida por Antonina, com dois, e Morretes, com um.

No mesmo período de 2025, a região havia contabilizado oito casos. Também houve aumento nas mortes: foram três em 2026 — duas em Antonina e uma em Paranaguá — contra duas no ano anterior. Em todo o Paraná, foram 210 confirmações nos oito primeiros meses de 2026.

A doença é causada pela bactéria Leptospira, que pode entrar no organismo por ferimentos na pele ou pelas mucosas dos olhos, nariz e boca após contato com água contaminada. A lama acumulada em móveis, carros e dentro das casas também pode oferecer risco.

Para reduzir a exposição, a recomendação é usar botas e luvas em áreas alagadas, lavar o corpo com água e sabão o mais rápido possível após eventual contato e manter o entorno da residência limpo, sem lixo ou alimentos expostos. A Secretaria de Estado da Saúde informa que a doença é transmitida pela urina de ratos.

Ao buscar atendimento, o morador deve informar à equipe de saúde se teve contato com água de alagamento, lama ou outra situação de possível exposição. Essa informação ajuda na avaliação e na definição do tratamento, que pode incluir antibióticos e, nos casos mais graves, medicamentos intravenosos e internação.

Fonte: JB Litoral (Paranaguá)

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